Google planeja usar apenas energia limpa até 2030

Google planeja usar apenas energia limpa até 2030

Google planeja usar apenas energia limpa até 2030, a empresa Google anunciou um plano de dez anos para que todas as suas instalações ao redor do mundo passem a ser alimentadas exclusivamente por energia renovável. Esse compromisso é parte de um plano de ação para eliminar as emissões de carbono por parte da empresa e dos parceiros interessados em adotar a mesma estratégia.

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Entram nesta meta todos os escritórios, campi e data centers do Google, que a partir de 2030 deverão ser abastecidos com energia limpa 24 horas por dia e todos os dias da semana, o que tornaria o Google a primeira grande empresa global a eliminar sua emissão de carbono. Hoje, a empresa opera em um regime de compensação, utilizando na mesma proporção energia renovável e elétrica.

Para chegar lá, a companhia global precisará atuar diretamente para criar estruturas de captação dos recursos renováveis em várias localidades, o que envolve não só a construção de infraestrutura para isso como também uma atuação direta nas políticas públicas de incentivo ao uso de métodos livres de emissão de carbono.

“Adotaremos medidas como usar fontes eólicas e solares juntas, e aumentar nossa capacidade de armazenar energia em baterias. Estamos trabalhando também para que a Inteligência Artificial (IA) nos mostre como otimizar a demanda por eletricidade e aumentar a precisão das previsões sobre nossa necessidade de uso”, afirma a empresa em comunicado publicado no blog do Google Brasil.”

“Alguns dos desafios citados pela companhia são Taiwan e Cingapura, por exemplo, ilhas que teriam uma limitação de terreno para ampliação de plantas solares ou eólicas aos níveis necessários para alimentar os escritórios Google de lá. Outro desafio citado pelo Google é o sudeste dos Estados Unidos, região que a empresa considera ter políticas públicas que desestimulam o uso de energia limpa, através de um mercado “que criou custos desnecessários a implantação de energia limpa em relação a outras partes do país.”

Esta meta de uso exclusivo de energia limpa teria a capacidade de criar mais de 20 mil empregos ao redor do mundo, segundo os cálculos do Google, até 2025. A geração de postos de trabalho também está ligada a uma segunda estratégia da companhia para tornar o seu futuro livre de carbono: o investimentos em plantas já operacionais, capazes de criar e armazenar cinco gigawatts de energia.

“Calculamos que isso vai impulsionar mais de US$ 5 bilhões em investimentos em energia limpa e evitar emissões que equivalem a retirar das ruas mais de um milhão de carros por ano”, explica a empresa no comunicado.
O Google anunciou, nesta segunda-feira (14), um plano de dez anos para que todas as suas instalações ao redor do mundo passem a ser alimentadas exclusivamente por energia renovável. O compromisso é parte de um plano de ação para eliminar as emissões de carbono por parte da empresa e dos parceiros interessados em adotar a mesma estratégia.

Entram nesta meta todos os escritórios, campi e data centers do Google, que a partir de 2030 deverão ser abastecidos com energia limpa 24 horas por dia e todos os dias da semana, o que tornaria o Google a primeira grande empresa global a eliminar sua emissão de carbono. Hoje, a empresa opera em um regime de compensação, utilizando na mesma proporção energia renovável e elétrica.

Para chegar lá, a companhia global precisará atuar diretamente para criar estruturas de captação dos recursos renováveis em várias localidades, o que envolve não só a construção de infraestrutura para isso como também uma atuação direta nas políticas públicas de incentivo ao uso de métodos livres de emissão de carbono.

“Adotaremos medidas como usar fontes eólicas e solares juntas, e aumentar nossa capacidade de armazenar energia em baterias. Estamos trabalhando também para que a Inteligência Artificial (IA) nos mostre como otimizar a demanda por eletricidade e aumentar a precisão das previsões sobre nossa necessidade de uso”, afirma a empresa em comunicado publicado no blog do Google Brasil.

Alguns dos desafios citados pela companhia são Taiwan e Cingapura, por exemplo, ilhas que teriam uma limitação de terreno para ampliação de plantas solares ou eólicas aos níveis necessários para alimentar os escritórios Google de lá. Outro desafio citado pelo Google é o sudeste dos Estados Unidos, região que a empresa considera ter políticas públicas que desestimulam o uso de energia limpa, através de um mercado “que criou custos desnecessários a implantação de energia limpa em relação a outras partes do país.”

Esta meta de uso exclusivo de energia limpa teria a capacidade de criar mais de 20 mil empregos ao redor do mundo, segundo os cálculos do Google, até 2025. A geração de postos de trabalho também está ligada a uma segunda estratégia da companhia para tornar o seu futuro livre de carbono: o investimentos em plantas já operacionais, capazes de criar e armazenar cinco gigawatts de energia.

“Calculamos que isso vai impulsionar mais de US$ 5 bilhões em investimentos em energia limpa e evitar emissões que equivalem a retirar das ruas mais de um milhão de carros por ano”, explica a empresa no comunicado.

Além destas duas metas, o Google também anunciou que já zerou sua pegada de carbono relativa à suas atividades anteriores a 2007, quando passou a se considerar uma companhia neutra de emissão de CO2. A empresa também acrescentou que está expandindo seu projeto Explorador de Ideias Ambientais — ferramenta utilizada para identificar os maiores pontos de emissão de carbono nas cidades e o seu potencial de geração de energia solar — de 100 para 3 mil cidades.

“Se quisermos evitar as consequências mais graves das mudanças climáticas, temos de agir imediatamente. Neste momento em que iniciamos nossa terceira década de ações climáticas, vamos avançar ainda mais no nosso trabalho para criar um futuro carbono-zero para nós e para todos”, resume a companhia.

Via: gazetadopovo

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